| 19 Abril 2010
Uma matéria publicada no site Terra comenta o sucesso dos seriados de comédia nos EUA, inclusive The Big Bang Theory. Os seriados cômicos estiveram em declínio depois que Frasier, Everybody Loves Raymond e Friends saíram do ar. Segundo o autor, foi um período de "anemia". O motivo de investimentos em tais produções seriam o baixo custo em períodos de crise e a procura de uma programação mais "rápida" pelo telespectador, visto que estes seriados tem apenas 30 minutos de duração com comerciais.
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Fonte: diversão.terra.com.br
Trechos da matéria:
De seu escritório no segundo andar do estúdio da Warner Brothers em Burbank, Chuck Lorre se alterna no comando de dois dos mais populares seriados de humor na TV dos Estados Unidos, Two and a Half Men e The Big Bang Theory, da rede de TV CBS, o que seria trabalho mais que suficiente para um executivo de produção. Mas ele mesmo assim encontrou um tempinho para trabalhar em uma terceira série, Mike and Molly.
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Pessoas como Lorre estão sob grande demanda nesse período do ano, em meio a uma espécie de renascimento para os seriados de humor na TV aberta não muito tempo depois que esse gênero de programa começou a ser visto como paciente terminal. Nos estúdios, onde dezenas de novos programas estão avaliados e discutidos antes que as redes tomem suas decisões de programação, em maio, o número de seriados de humor em desenvolvimento disparou.
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Na CBS, Two and a Half Men, estrelado por Charlie Sheen e Jon Cryer, está entre os 20 programas de maior audiência da TV norte-americana há sete anos, apesar das tendências desfavoráveis. "Parece que nos mantivemos coerentes, e todo mundo mais decidiu que era hora de voltar à comédia e persistir", diz Wendi Trilling, vice-presidente executiva de desenvolvimento de comédias na CBS.
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A rede está desenvolvendo sete pilotos humorísticos este ano (número igual ao do ano passado), entre os quais Bleep My Dad Says (título provisório), baseado em uma conta de nome rude no Twitter e trazendo William Shatner no papel do pai.
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O sucesso depende muito da conexão que os telespectadores sintam para com os personagens. "É como haikai", disse Lorre, sobre o formato das comédias de situação. "É uma espécie de poesia. Pode não ser considerada como uma das grandes artes, mas é claramente uma forma de arte específica".

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