Bem-Vindo, Visitante
Nome de Usuário Senha: Lembrar-me

Entrevista do Estadão...
(1 vendo) (1) Visitante
  • Página:
  • 1

TÓPICO: Entrevista do Estadão...

Entrevista do Estadão... 2 anos, 2 mêses atrás #625

  • DooMGuarD
  • OFFLINE
  • Doutor
  • Postagens: 93
  • Karma: 0
Bem, um pouco antiga mas vale a pena ler... for poblicada no dia 24 de outubro de 2009...

Qual é o segredo da fórmula?

'The Big Bang Theory' bate recordes de público com o formato clássico das sitcoms americanas

Gustavo Miller - O Estado de S. Paulo

SAN DIEGO - Os nerds contra-atacam. Após meses de espera, The Big Bang Theory retorna à TV brasileira com novos episódios. Às 21h30 desta terça-feira, 27, começa a 3ª temporada pelo Warner Channel. Vale ficar de olho: trata-se de um fenômeno de audiência, que bate recordes nos EUA a cada semana – o último capítulo teve mais de 15 milhões de espectadores. E o título é, ao lado de Two and a Half Men, a comédia mais vista da América Latina.

Não por acaso, os dois sucessos levam a mesma assinatura: Chuck Lorre. Com Bill Prady, um ex-desenvolvedor de softwares, ele produziu esse show sobre dois amigos físicos, Sheldon e Leonard, que sabem tudo sobre o universo mas são incapazes de conversar com uma mulher. Ao lado de dois amigos inseparáveis, Howard e Koothrapali, seus hobbies são comprar quadrinhos, jogar paintball e ir a festas de cosplay.

O quarteto é metódico, a ponto de ter uma noite da semana voltada só para jogar o game Halo, e outra para jantar comida chinesa. A vida deles é transformada após a chegada de uma vizinha ao edifício que tem o seu elevador quebrado ad eternum: a loira Penny, uma garçonete aspirante a atriz. "Ela é o passaporte deles para o mundo exterior. Ela é divertida e relaxada, e isso os influencia", explica a atriz Kaley Cuoco, a Penny.

O roteiro é inteligente e, mesmo cheio de referências tecnológicas e científicas, agrada todo tipo de público. Mas a graça mesmo está no elenco de nerds – em especial, o personagem Sheldon Cooper, um monstro criado pelo ator Jim Parsons (leia entrevista ao lado). Obsessivo, ingênuo e antissocial, Sheldon é a figura mais carismática da TV atual. The Big Bang Theory, no entanto, não se trata de um one man show, diz Lorre.

"Grandes personagens surgem de histórias coletivas. Jim é uma pessoa que se destaca, mas todos são muito talentosos. O grupo funciona como um time, isso é o que o torna tão especial", diz. "Você imaginaria Archie Bunker (Tudo em Família) sem Edith? Um show não se sustenta sem personagens interessantes, pois só assim você tem várias histórias para contar."

DOIS PROJETOS, UMA SÉRIE

A série nasceu de dois projetos distintos. Lorre queria produzir uma série sobre uma garota sonhadora, que tem de lidar com as agruras da vida. Já Prady queria transformar em personagens seus ex-colegas dos tempos de programador. Até que veio o clique: "e se ela conhecesse os nerds?"

Sheldon e Leonard seriam coadjuvantes de Penny, mas grupos de discussão se mostraram muito mais interessados pelas histórias dos geeks. "Achei que no começo eu seria só a loira gostosa e tapada que mora ao lado", admite Kaley.

Em tempos em que as comédias americanas buscam inovar seus formatos, como os falsos documentários de The Office e Modern Family, The Big Bang Theory segue a tradicional fórmula das três câmeras filmando um cenário, com uma plateia assistindo tudo ao vivo (daí aquelas risadas ao fundo). "É excitante por termos essa resposta imediata, mas também é muito vulnerável. Se o material não funciona ouvimos um silêncio, é um som terrível", diz Lorre. "Paramos a gravação e reescrevemos a piada. Se ela é uma droga com a plateia, também será na TV", acredita.

Um professor de física e de astronomia é responsável por revisar o roteiro e fornecer o denso material. Aos poucos, ele mesmo começou a sugerir umas piadas. O texto é um desafio ao elenco, e os atores admitem que entendem patavina do que falam. "Como laboratório, eu e o Jim saímos com uns professores e cientistas de Los Angeles para tentarmos aprender algo. Bastaram 20 minutos para percebermos que não tinha como", ri Johnny Galecki, o Leonard.

Na nova temporada, ele e Penny vão namorar. Questionada se já se apaixonou por algum nerd, Kaley sorri. "Totalmente! Amo conversar sobre física e qualquer coisa que envolva matemática. Graças ao show, sei muito sobre Star Trek e mais do que preciso sobre Star Wars."

Mas... e Sheldon? Será que um dia ele também irá encontrar um grande amor? Lorre responde com bom humor. "Sheldon é apaixonado por física. E pelo Sheldon. É um caso de amor com o próprio cérebro, por isso ele é tão especial." Viagem a convite da Warner

Big Bang humanizou os nerds.

O segredo? Os roteiristas gostam de HQs, games e ficção científica. A série aborda com competência e diversão seis importantes ícones culturais dessa tribo. Veja quais são eles:

Vício por videogames | Eles têm uma noite dedicada ao game Halo. Sheldon usa emuladores para jogar Super Mario no notebook

Paixão pela área de exatas | Os personagens adoram física, química e matemática. Sheldon até foi a uma festa à fantasia vestido de Efeito Doppler

Coleção de camisetas cults | As camisetas dos atores têm estampas de filmes e HQs. E há um site que vende todas: www.sheldonshirts.com

Consumo de quadrinhos | Eles adoram ir à loja de quadrinhos atrás de novidades e preciosidades. Sheldon e Howie apostam HQs em desafios

Citações de filmes de sci-fi | Referências a Star Trek e Star Wars são frequentes. O ápice foi o jogo Pedra, Papel, Tesoura, Spock e Lagarto

Gírias de internet (LOL) | Os meninos sempre citam gírias virtuais quando mandam torpedos. Penny aprendeu várias quando jogou um game online

'EU ME SINTO UMA VOVÓ'

Jim Parsons diz não ter nada do seu Sheldon Cooper. Quando contou isso, os jornalistas que se aglomeravam na mesa em que ele estava ficaram decepcionados. Mas basta fechar os olhos para ter a sensação de que a pessoa que está ali, sentada ao seu lado, é realmente o físico especialista na Teoria das Cordas.

A voz que chega a afinar nas exclamações e até a risada característica fazem parte de Parsons. Não foram trejeitos criados pelo intérprete, que neste ano foi indicado como melhor ator de comédia ao Emmy. Simpático até dizer chega, ele respondeu às perguntas de cada jornalista. E atendeu às solicitações dos mais empolgados, que pediam para ele sussurrar "I’m Batman", ou exclamar um "Bazinga", e até mesmo dar um "oi, mamãe" às câmeras do celular.

Qual é a sensação de ser indicado pela primeira vez a um Emmy?

Nossa, foi como se eu saísse do próprio corpo. Logo vieram falando se eu saberia o que iria vestir e achei isso estranho, porque não é só pôr um smoking? Me senti com 15 anos. De onde você é?

Eu? Do Brasil!

Ah, sério? Eu fiz um comercial no Brasil uma vez e eu era o único ator que falava inglês dali. Essa foi a experiência mais estranha da minha vida!

Inclusive tem uma camiseta que vende por lá com sua foto. Você aparece de Che Guevara e embaixo está escrito "Cheldon". Como é virar um ícone nerd?

Não sei como é se sentir assim, é algo muito novo, especialmente agora que você falou desta camiseta! Por que você não me trouxe uma? (Risos)

E você tem algo de nerd?

Nada. Nunca fui bom em videogame, mas jogo pingue-pongue com o pessoal do elenco e da produção. Sou nerd no sentido de ser praticamente um velhinho. Gosto de dormir e acordar cedo, ouvir rádio enquanto me exercito... Isso é muito mais do que você precisa saber, mas eu me sinto uma vovó. Eu não sou o cara mais bacana do mundo.

Você entende algo daquelas referências que o Sheldon adora jogar na cara dos outros?

Ai... Eu não digo isso de uma maneira ruim, mas raramente. Entre o fã de quadrinhos e o cientista há uma linha tênue de conhecimento. Eu sei o que estou dizendo, mas nunca parei para rir depois de ler uma fala e berrar: "Entendi!" Teve uma cena na loja de HQs que eu não tinha muito o que fazer, então li um gibi. Nem lembro o nome dele, era com tiros. Foi agradável!

O Sheldon tem um jeito todo especial de falar e de se expressar. Essas idiossincrasias foram criações suas?

Eu diria que o "knock-knock-knock, Penny, Penny, Penny". Mas é algo meio "o ovo ou a galinha?" Não sei se alguém escreveu ou se fui eu que fiz. E tem pequenas coisas que os roteiristas escrevem ao me observarem. Eu não tentei pôr uma voz, um jeito especial de andar... Eu apenas estudo as palavras.

Como os fãs se aproximam de você nas ruas? Eles acham que você é igual ao Sheldon?

Não. Eu até sonho que alguém chega até mim e diz coisas estranhas, que pensa que sou um cara muito esperto... (Risos) Mas não, eles sabem que sou um ator.

Fonte: www.estadao.com.br/noticias/suplementos,...formula,455568,0.htm

Re: Entrevista do Estadão... 2 anos, 2 mêses atrás #630

Muito interessante. É bom ver o ótimo seriado que é The Big Bang Theory sendo reconhecido pelo mundo todo!

Re:Entrevista do Estadão... 2 anos, 1 mês atrás #665

  • NoSS
  • OFFLINE
  • Mestre
  • Postagens: 50
  • Karma: 3
O Jim pode até falar que não é nerd,e nem curte as suas coisas ... mas como a própria reportagem já diz,Jim criou um monstro cara ... o jeito de andar,de rir,de falar do personagem... sei lá... o cara realmente parece um nerd

Re:Entrevista do Estadão... 2 anos, 1 mês atrás #696

  • Sperduti
  • OFFLINE
  • Mestre
  • Postagens: 53
  • Karma: 6
O NoSS tirou as palavras da minha boca.. o Jim,faz um papel muito dificil.. no inicio ele podia té ñ ser,mas com o tempo ele passou a virar tambem um nerd... nada contra isso.. acho até legal!!

Re:Entrevista do Estadão... 2 anos, 1 mês atrás #710

  • Gloria
  • OFFLINE
  • Calouro
  • Postagens: 2
  • Karma: 0
É realmente muito legal ver a série sendo reconhecida. Me lembro que a um ano e meio atrás, quando começei a ver a série, procurava algo na internet e encontrava pouca coisa (fotos, entrevistas, sites) e agora há uma infinidade de informações que me deixam tonta. Que bom, pois a série merece!
Me tornei fã do Jim Parsons por ficar impressionada com o trabalho que ele faz com o Sheldon. Fiquei super revoltada com o resultado do Emmy deste ano. Ele merecia ter ganhado, pois é uma revelação. Pra mim, foi o melhor ator de comédia da temporada passada, e nessa tepmporada continua sendo. Espero que ele seja indicado para o Globo de ouro que vai sair a nomeação agora próximo dia 14.
Vida Longa a TBBT!

Re:Entrevista do Estadão... 2 anos, 1 mês atrás #716

  • Rafa
  • OFFLINE
  • Mestre
  • Postagens: 48
  • Karma: 3
Com Ctz ele faz um papel mega dificil, e faz com perfeição!!

As vezes so basta um olhar dele e ja da pra entender o que ele quer dizer huauhauha!!

Espero que a serie que eu tanto amo continue crescendo ainda mais!!!

Re:Entrevista do Estadão... 2 anos, 1 mês atrás #719

  • DooMGuarD
  • OFFLINE
  • Doutor
  • Postagens: 93
  • Karma: 0
é como diz o profeta...

não foi o papel que foi feito para ele...
foi ele que foi feito para o papel...

tsssss
  • Página:
  • 1
Moderadores: Natália
Tempo de criação da página: 0.74 segundos

Login

Parceiros

conquistadorespartner hbb_150x40

Para exibir o vdeo dessa pgina, necessrio o Adobe Flash Player

Baixe o Adobe Flash player

Geek / Nerd Portal & The Big Bang Theory Fansite and Forum - TBBT Fanseite / Fan Site
buttonothbr